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    Eleições 2022

    Lula e Bolsonaro não nos levam a outro nível, diz Marçal, pré-candidato do Pros

    Em entrevista ao Jornal da CNN, o influenciador digital se colocou como uma alternativa à polarização, falou sobre o caso do Pico dos Marins e citou propostas para combater a fome

    Elis FrancoJúlia Vieirada CNN , São Paulo

    O pré-candidato à Presidência da República Pablo Marçal (Pros) afirmou nesta quinta-feira (16) que nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem Jair Bolsonaro (PL), líderes nas pesquisas de intenção de voto e seus adversários na disputa, tem capacidade de levar o Brasil para “outro nível”. Caso seu nome seja confirmado, o goiano será o primeiro postulante ao Palácio do Planalto do Partido Republicano da Ordem Social (Pros).

    Marçal é bacharel em direito, empresário e influenciador digital. Nas redes sociais, possui milhões de seguidores. Em entrevista ao Jornal da CNN, se colocou como uma alternativa à polarização.

    “Foi um chamado do povo. Hoje, 70% dos eleitores não querem votar nem no Lula e nem no Bolsonaro, e não aparece ninguém”, disse Marçal, que criticou o “sistema político”. “O sistema não deixa ninguém de fora prosperar, nem para virar candidato, nem para se posicionar, muito menos chegar à disputa eleitoral”.

    “O Brasil não foi condenado a ter Lula e Bolsonaro como presidentes. A gente já conhece o modus operandi dos dois e nenhum dos dois consegue levar nos para outro nível”, pontuou o pré-candidato, que apontou que o país está em busca de um “messias” que não existe.

    Caso do Pico dos Marins

    Em janeiro deste ano, Marçal se envolveu em uma polêmica ao incentivar 32 pessoas a subirem o Pico do Marins enquanto uma tempestade com ventos de mais de 100 km/h atingiam o local. O grupo teve que ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros.

    Na ocasião, ele disse “ser irresponsável com a minha própria vida” e que “cada um que cuide da sua”.

    Nesta quinta, confessou que o episódio foi uma “infelicidade”, mas ressaltou que “não trouxe prejuízo a ninguém”.

    Planos de governo

    Para combater a fome que atinge o Brasil, o postulante irá, caso eleito, fazer uma reforma estrutural por meio da educação. Também retomar investimentos em obras, investir na matriz elétrica e implantar a “migração de assistencialismo”. “Esse é o projeto eleitoreiro, sempre criar dependência. A gente tem que criar interdependência, diminuir o tamanho do Estado, esse gigantismo estatal. Não existe esse programa onde a pessoa entra e fica. Estamos estimulando essa miserabilidade do voto, estimulando a improdutividade”, afirmou.

    Assista a entrevista completa no vídeo acima

    Debate

    CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto, pela TV e por nossas plataformas digitais.

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