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    Julliana Lopes
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    Julliana Lopes

    Foi repórter no SBT e na CNN em Brasília. Agora em SP, Julliana trouxe na bagagem vasta experiência em coberturas no Congresso e no governo federal

    Análise: em Curitiba, debate expõe divisão da direita no 2º turno

    Em embate marcado por pautas ideológicas, Cristina Graeml (PMB) e atual vice-prefeito, Eduardo Pimentel (PSD), disputaram atenção de eleitores e o apoio de Bolsonaro.

    Com componentes inéditos, a segunda fase da disputa pela prefeitura de Curitiba (PR) expõe um dos principais entraves políticos no segundo turno das eleições municipais: a divisão da direita.

    No primeiro debate do 2º turno, a estreante na corrida eleitoral Cristina Graeml (PMB) e o atual vice-prefeito, Eduardo Pimentel (PSD), travaram um embate marcado por muitos ataques e pautas ideológicas.

    Os candidatos resgataram até mesmo as medidas sanitárias adotadas durante a pandemia da Covid-19.

    Jornalista, Graeml ficou conhecida por endossar o uso da cloroquina para o tratamento da doença e questionar a eficácia de imunizantes. Confrontada pelo adversário nesta segunda-feira (14), a candidata afirmou que ela e a família estão com a caderneta de vacinação em dia.

    Pimentel, por sua vez, precisou se desvencilhar das acusações de pertencer a um partido que ocupa um ministério no governo petista. E tentou driblar denúncias resgatadas pela adversária, como a de que teria cometido assédio eleitoral durante a campanha.

    Em outubro, a prefeitura de Curitiba exonerou um servidor da secretaria de tecnologia local após áudios revelarem uma suposta pressão para que funcionários dessem dinheiro à chapa.

    Pimentel se referiu ao caso em investigação como “disseminação de notícias falsas”.

    O pano de fundo da disputa tem como personagem principal o ex-presidente da República. Na contramão do próprio partido, Jair Bolsonaro (PL) não descarta se engajar na campanha da jornalista.

    O PL tem o ex-deputado federal Paulo Martins na chapa de Eduardo Pimentel. O candidato do PSD tem ainda como padrinho político o atual prefeito, Rafael Greca, além do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD).

    No primeiro turno, Bolsonaro deu pouca atenção à capital curitibana. A expectativa é pela decisão do ex-presidente sobre em qual palanque deve subir nos próximos dias.

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