Cidade do Rio de Janeiro investiga 28 casos suspeitos da variante Ômicron
Resultados do sequenciamento genético devem sair na próxima semana. Brasil tem 111 pacientes confirmados com a cepa e outros 73 em avaliação


O Rio de Janeiro investiga 28 casos suspeitos da variante Ômicron do novo coronavírus. A informação foi divulgada pela prefeitura nesta sexta-feira (24). Por enquanto, a cidade tem apenas uma paciente infectada pela cepa identificada inicialmente na África do Sul.
O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, informou que nenhum dos casos suspeitos têm relação com o caso importado confirmado, de uma brasileira de 27 anos, que é moradora dos Estados Unidos e chegou ao país no dia 13 de dezembro.
Segundo Soranz, amostras de 28 pessoas passam por sequenciamento genético por conta de “viagens ou rumos de contato”. Os resultados dos testes devem sair na próxima semana.
Já a paciente infectada pela variante Ômicron segue bem e teve apenas sintomas leves. A mulher havia tomado duas doses da vacina da Pfizer. As pessoas com quem ela teve contato não testaram positivo para a Covid-19.
O Rio de Janeiro confirmou o primeiro caso da nova cepa do coronavírus no dia 20 de dezembro. Mesmo assim, foram mantidos os planos para a festa de Réveillon, com queima de fogos em dez pontos da cidade.
A Secretaria Municipal de Saúde adotou como estratégia a intensificação da aplicação da dose de reforço, cuja procura cresceu mais de 60% nesta semana em relação à anterior, e também prometeu rigor na cobrança do passaporte da vacina.
O Brasil tem 111 casos confirmados da variante Ômicron, segundo levantamento da Agência CNN. São 32 casos em Minas Gerais, 26 no Rio Grande do Sul, 25 em São Paulo, 17 no Distrito Federal, quatro em Goiás, três no Ceará, um no Rio de Janeiro, um em Santa Catarina, um no Espírito Santo e um em Tocantins.
Outros 73 casos suspeitos estão sendo analisados – 56 em Santa Catarina, 16 em Minas Gerais e um no Paraná.
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Saiba como realizar festas de fim de ano de forma mais segura contra a Covid-19, de acordo com orientações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Acesse a cartilha completa aqui. • Maxime/Unsplash
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Adultos devem estar com o esquema vacinal completo (duas doses) • Valter de Paula/Secom/PMU
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Crianças e adolescentes com 12 anos ou mais que já possam tomar a segunda dose devem procurar os postos de saúde • Adenir Britto/PMSJC
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Para quem for indicada a dose de reforço, siga o calendário, garantindo maior proteção • Breno Esaki/Agência Saúde DF
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Limite o número de pessoas de acordo com o tamanho do espaço para que não haja aglomeração • krakenimages/Unsplash
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Dê preferência aos espaços abertos e mais ventilados, com janelas abertas e ventiladores, sempre que possível, evitando o uso de ar-condicionado • Maddi Bazzocco/Unsplash
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Evite o uso de toalhas de pano. Tenha disponível sabão e papel para secagem de mãos no banheiro • Fran Jacquier/Unsplash
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Disponibilize álcool em gel logo na entrada e nos ambientes • Kelly Sikkema/Unsplash
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Deve-se proteger as crianças pequenas, que ainda não podem se vacinar, mantendo-as em lugares arejados • Tina Floersch/Unsplash
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Pessoas idosas ou imunossuprimidas devem estar preferencialmente em lugares mais arejados e utilizar máscaras • Christian Bowen/Unsplash
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Peça aos convidados que não compareçam se apresentarem sintomas, mesmo que leves • Getty Images (PeopleImages)
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Se nem todos estiverem vacinados, combine o uso de máscaras, o distanciamento físico de pelo menos 1,5 m e higienização das mãos com água e sabão • Anton/Unsplash
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Procure garantir condições para que todos possam comer, beber e conversar de forma mais protegida, como a distribuição das mesas e cadeiras e a separação por grupos para a ceia • Libby Penner/Unsplash