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    Última reunião do G7 da CPI tenta consenso sobre 13 pontos do relatório final

    Senadores da CPI da Pandemia discutem na noite desta segunda 925) detalhes finais antes da votação do texto

    Caio Junqueira

    O G7, grupo que comanda a CPI da Pandemia, discutirá na noite desta segunda-feira (25) pelo menos 13 pontos para acrescentar ao relatório de Renan Calheiros (MDB-AL) que será votado pela comissão.

    O principal é a inclusão ou não do governador do Amazonas, Wilson Lima, dentre os indiciamentos. Uma disputa regional entre o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), e o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), jogou indefinição sobre o apoio unânime do G7 ao relatório final do senador Renan Calheiros.

    Omar, que é aliado no Amazonas do governador, é contrário, ao passo que Braga, que deverá disputar o governo do estado em 2022 contra Lima, é a favor.

    O impasse ainda persistia na tarde desta segunda-feira. Segundo senadores que analisam o relatório, o nome de Wilson Lima estava na versão da tarde desta segunda-feira do texto, mas a depender da reunião do grupo que aconteceria nesta noite na residência de Omar, poderia ainda haver alteração. Se Renan não incluir, Braga deve desfalcar o G-7 e colocar sob risco a aprovação do relatório.

    Mas há ainda outros 12 pontos que serão analisados na reunião de hoje:

    • 1) Indiciamento do presidente da Associação Médicos pela Vida, Antônio Jordão, por crime de epidemia e violação ao Código de Ética;
    • 2) Indiciamento do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub por divulgação de fake news;
    • 3) Indiciamento dos ministros da Economia, Paulo guedes, e do secretário Adolfo Sachsida;
    • 4) Indiciamento dos dirigentes e da empresa Vitamedic;
    • 5) Indiciamento do presidente do Conselho Federal de Medicina, Mauro Luiz de Britto Ribeiro;
    • 6) Indiciamento do presidente do Instituto Força Brasil , Helcio Bruno de Almeida;
    • 7) Indiciamento do Secretário Especial de Saúde Indígena, Robson Santos Silva;
    • 8) Indiciamento do presidnete da Funai, Marcelo Xavier;
    • 9) A eventual inclusão de outras operadoras de saúde além da Prevent Senior;
    • 10) Retirada de projetos de lei que criminalizam fake news;
    • 11) Inclusão de sugestão de aprovação de um projeto de lei que facilite a quebra de patentes;
    • 12) Ressaltar a falta de transparência do governo nas informações durante a pandemia.

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