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    Mayra Pinheiro diz que médicos estão sendo perseguidos por quererem salvar vidas

    Conhecida como "Capitã Cloroquina, atual secretaria do Ministério da Saúde é investigada pela CPI pelo incentivo de remédios ineficazes.

    Natália AndréCarla Bridida CNN , Brasília

    A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, investigada pela CPI da Pandemia pelo incentivo do uso de medicamentos ineficazes contra a Covid-19, fez discurso pela autonomia médica em evento no Ministério da Saúde nesta segunda-feira (18), dizendo que eles estão sendo perseguidos.

    Para ela, faz parte da “arte médica” o direito da escolha no tratamento do paciente. “Não sabíamos que teríamos ao longo de uma pandemia o desafio de enfrentar pessoas que não conhecem a arte médica, nada entendem de medicina, e passaram a questionar a nossa autonomia, o direito da nossa relação médico-paciente, o direito das nossas escolhas, o direito de salvar vidas”, disse Mayra.

    “Fomos questionados, estamos sendo perseguidos, desafiados a não exercer essa autonomia para a qual nós fomos formados”, completou ela.

    Quem reforçou esse discurso, logo depois, foi o próprio ministro Marcelo Queiroga, que disse que a relação médico-paciente tem que ser baseada na autonomia.

    “O vínculo médico-paciente é inquebrantável e não pode ser quebrado por quem quer que seja. Nem mesmo o Estado”, refletiu Queiroga no Lançamento do Programa SOS de Ponta – Capacitação nas Urgências e Emergências do Brasil.

    Não houve abertura a jornalistas para perguntas.

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