Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Chuvas no RS: Vamos procurar dinheiro onde tiver dinheiro, diz Lula sobre medidas

    Ao lado de ministros e autoridades, presidente anunciou novas medidas de enfrentamento à tragédia que atinge o estado

    Renata Souzada CNN , São Paulo

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a falar nesta quinta-feira (9) sobre o compromisso do governo federal em disponibilizar todo recurso necessário para o enfrentamento da crise vivida pelo Rio Grande do Sul após a enchente histórica que atingiu o estado.

    “Eu já disse três vezes: não faltará esforço desse governo. Vamos tentar ‘cavucar’ dinheiro onde tiver dinheiro”, disse durante anúncio de medidas para a região.

    “Se a gente ficar ‘cavucando’, a gente vai encontrar os recursos necessários para a gente devolver a dignidade ao povo gaúcho”, acrescentou, citando recursos anunciados por diferentes autoridades durante o evento.

    Depois do anúncio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre novas ações do governo federal — incluindo antecipação de benefícios sociais e aporte para fundos —, outras autoridades, como o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), também discursaram.

    “O que vocês viram anunciar aqui foram as primeiras medidas de crédito. Isso não termina aqui. Eu tenho dito aos ministros que nós temos que nos preparar, porque a gente vai ter o tamanho da grandeza dos problemas quando a água baixar e quando os rios voltarem à normalidade”, avaliou Lula.

    As medidas do Executivo federal buscam socorrer o estado depois de fortes temporais que afetaram 425 municípios, segundo informações das autoridades estaduais. De acordo com o balanço mais recente do governo gaúcho, 107 pessoas morreram, além de 136 desaparecidos e 374 feridos.

    A nova Medida Provisória (MP) anunciada pelo governo inclui um pacote de 12 medidas que somam R$ 50,9 bilhões para atender as demandas do Rio Grande do Sul.

    Segundo a Fazenda, as medidas terão impacto primário de R$ 7,7 bilhões.

    Tópicos