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    Bolsonaristas minimizam ato do 8 de janeiro e ex-presidente mantém distância

    Lideranças e parlamentares bolsonaristas ouvidos pela CNN disseram que não há por ora mobilização de nenhuma natureza nas redes sociais para tentar se contrapor à cerimônia

    Pedro Venceslauda CNN , em São Paulo

    No momento em que o Governo Federal, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional preparam um grande ato em defesa da democracia para marcar um ano dos atos criminosos do dia 8 de janeiro, os bolsonaristas minimizam o evento enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ignora a data e planeja manter suas férias no Rio de Janeiro, segundo auxiliares.

    Lideranças e parlamentares bolsonaristas ouvidos pela CNN disseram que não há por ora mobilização de nenhuma natureza nas redes sociais para tentar se contrapor à cerimônia que deve reunir no Congresso quase todos os ministros da Esplanada, governadores da base, parlamentares, ministros do STF, movimentos sociais e 500 convidados sob o mote “Democracia Inabalada”.

    O Ministério da Justiça e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal não identificaram grande mobilização nas redes sociais.

    “Querem fazer essa a data do martírio, mas foi a da opressão. Vão fazer o ato para uma bolha. Será um tiro no pé no Lula”, disse à CNN o deputado federal bolsonarista Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP).

    O parlamentar reforça que não há nenhum evento marcado para se contrapor a “Democracia Inabalada”, mote que foi criado pelo STF para a data.

    O Palácio do Planalto convidou todos os governadores, mas os bolsonaristas como Cláudio Castro (RJ) e Tarcísio de Freitas (SP) declinaram.

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