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    “Agora depende dos líderes”, diz Pacheco à CNN sobre CPI da Braskem

    Presidente do Senado Federal deve reunir os líderes partidários ainda nesta semana para discutir prioridades da pauta antes do recesso

    Gustavo Uribeda CNN , em Brasília

    O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse à CNN que o funcionamento da CPI da Braskem depende dos líderes partidários.

    Até agora, apenas o MDB indicou integrantes para o colegiado federal.

    “Eu fiz a leitura no plenário faz um tempo. Agora, depende dos líderes indicarem os membros”, disse Pacheco à CNN.

    O senador Renan Calheiros (MDB-AL), proponente da iniciativa, está disposto a visitar líderes partidários, mesmo enquanto se recupera de uma cirurgia que fez recentemente para corrigir um descolamento de retina.

    O recesso de fim de ano e a pauta pesada do Senado Federal podem, no entanto, impedir o funcionamento da CPI da Braskem neste ano.

    A pausa parlamentar tem início no dia 23, mas os líderes partidários já costumam voltar a seus redutos eleitorais a partir do dia 17.

    Nesta semana, os congressistas devem retornar a Brasília apenas na quarta-feira (6), já que muitos viajaram para a COP28.

    E, na próxima, a Casa Legislativa deve se debruçar sobre a pauta econômica e sabatinas para a Suprema Corte e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

    Os técnicos da sala de situação montada para acompanhar a situação da mina da Braskem, que corre risco iminente de colapsar em Maceió, constataram que a velocidade de afundamento do solo no local diminuiu neste domingo (3).

    Apesar disso, o grupo seguirá com o monitoramento integral na região.

    A Prefeitura de Maceió decretou situação de emergência, na última quarta-feira (29), por risco iminimente de colapso de uma mina da petroquímica Braskem na Lagoa Mundaú, no bairro do Mutange.

    Segundo o governo do estado, houve cinco abalos sísmicos na área no mês de novembro, e o possível desabamento pode ocasionar a formação de grandes crateras na região.

    A Defesa Civil de Alagoas alertou que uma ruptura no local pode ter um efeito cascata em outras minas.

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