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    Suspeito de fornecer cetamina que matou ex-sinhazinha se entrega em Manaus

    Empresário José Máximo de Oliveira, que é dono de uma clínica veterinária, se apresentou à Polícia Civil neste sábado (8)

    Rafael Villarroelda CNN* , São Paulo

    O homem suspeito de fornecer cetamina à família da ex-sinhazinha Djidja Cardoso, que morreu no último dia 28 após um edema cerebral por aplicação de cetamina, se entregou à Polícia Civil, em Manaus, no início da tarde deste sábado (8).

    O delegado responsável pelo caso, Cícero Túlio, confirmou a prisão à CNN.

    José Máximo de Oliveira é dono de uma clínica veterinária e era o último foragido suspeito de fornecer a substância à família da ex-sinhazinha. Outros dois funcionários da clínica foram presos na sexta-feira (7).

    Djidja Cardoso com o irmão, Ademar, e Cleusimar, sua mãe – Reprodução/Redes Sociais

    Também na sexta-feira, Bruno Cardoso, que era o ex-companheiro de Djidja, foi preso, juntamente com o seu personal trainer, Hatus Silveira.

    Os dois também são suspeitos no envolvimento em um culto religioso, como uma espécie de seita, chamada “Pai, Mãe e Vida”, que incentivava os participantes a utilizarem anestésicos, onde os líderes faziam com que os participantes acreditassem que transcenderiam para dimensões superiores e a salvação em um plano superior, mostrou as investigações.

    Além disso, segundo as investigações, duas pessoas foram mantidas em cárcere privado durante as atividades da “Pai, Mãe e Vida”, nuas e sem acesso à higiene pessoal por dias.

    Devido às ações da seita, umas das participantes, que estava grávida, acabou sofrendo um aborto.

    Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso, mãe e irmão de Djidja, também são investigados pela morte da ex-sinhazinha.

    Segundo as investigações, o personal seria um dos responsáveis por fornecer a droga para a família.

    Eles devem responder por tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, por colocar em risco a saúde ou a vida de terceiros, falsificação, corrupção, adulteração de produtos destinados a fins terapêuticos e medicinais, aborto induzido sem o consentimento da gestante, estupro de vulnerável, charlatanismo, curandeirismo, sequestro, cárcere privado e constrangimento ilegal.

    O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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