Ubatuba: Um mês depois, sobreviventes de acidente aéreo seguem internados
Família está no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista; o piloto, Paulo Seghetto, morreu no acidente
- 1 de 9
Queda foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros • Francisco Trevisan
- 2 de 9
Queda foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros • Francisco Trevisan
- 3 de 9
Queda foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros • Francisco Trevisan
-
- 4 de 9
Queda foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros • Defesa Civil de São Paulo
- 5 de 9
Queda foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros • Defesa Civil de São Paulo
- 6 de 9
Queda foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros • Reprodução
-
- 7 de 9
Queda foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros • Reprodução
- 8 de 9
Queda foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros • Reprodução
- 9 de 9
Trajetória do avião que caiu em Ubatuba (SP) • Reprodução/Flightradar24
-
Os quatro sobreviventes do acidente aéreo que aconteceu no dia 9 de janeiro na cidade de Ubatuba, no litoral de São Paulo, seguem internados no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.
Um mês após o avião ultrapassar o limite da pista e invadir a areia da Praia do Cruzeiro, o casal Mireylle Fries, de 41 anos, e Bruno Almeida, de 45, além dos dois filhos deles – de seis e quatro anos – permanecem sob cuidados.
Mireylle, que apresentava estado de saúde mais crítico, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) há cerca de dez dias, de acordo com fontes ouvidas pela CNN. Bruno e as duas crianças estão com quadro estável, mas ainda sem previsão de alta.
Relembre o caso
O acidente aéreo envolvendo a aeronave Cessna Citation 525, de matrícula PR-GFS, aconteceu por volta das 10h da manhã do dia 9 de janeiro na Praia do Cruzeiro, em Ubatuba.
No avião privado estavam os quatro sobreviventes e o piloto, Paulo Seghetto, de 55 anos, que ficou preso nas ferragens e morreu.
Seghetto tentou pousar a aeronave no Aeroporto de Ubatuba, mas não conseguiu frear e avançou em direção à praia, passando por uma rodovia e atingindo pedestres que passavam pelo local. Pelo menos outras três pessoas ficaram feridas no acidente.
O Cenipa está investigando o caso, mas – em conjunto com a Polícia Civil – aguarda a recuperação dos quatro sobreviventes para que eles sejam ouvidos e possam colaborar com o processo de entendimento do que ocorreu no dia 9 de janeiro.