STF pede explicações, demanda por petróleo e mais da noite de 24 de dezembro
5 Fatos Noite, apresentado por Karla Chaves, repercute as principais notícias do Brasil e do mundo
O pedido do STF de explicações do governo sobre a proposta de solicitar prescrição para que crianças recebam a vacina contra a Covid-19 e a alta demanda por petróleo em 2022 são alguns dos destaques da noite desta sexta-feira, 24 de dezembro.
STF exige explicações
O Supremo Tribunal Federal (STF) deu cinco dias para o governo explicar o pedido de prescrição médica para a vacinação infantil contra a Covid-19. Várias entidades e o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) se posicionaram contra a fala do ministro Marcelo Queiroga em exigir a documentação.
Opas manifesta apoio à vacinação infantil contra a Covid-19
A Organização Pan-americana de Saúde (Opas), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS) no continente, manifestou apoio à vacinação de crianças contra a Covid-19 no Brasil. A Opas assinou uma nota da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19, órgão que auxilia o governo nessas decisões. O documento recomendou, por unanimidade, a vacinação de crianças de 5 a 11 anos com o imunizante da Pfizer.
Equador anuncia vacinação obrigatória
O Equador anunciou que a vacinação contra a Covid-19 será obrigatória para todos acima de 5 anos. O país é o primeiro da América Latina a impor a medida. A decisão veio após um aumento no número de casos do novo coronavírus, incluindo a variante Ômicron. A vacinação não será obrigatória para pessoas com condições médicas pré-existentes.
Demanda por petróleo pode bater recorde em 2022
Um levantamento da Agência Internacional de Energia prevê que a demanda global de petróleo aumentará 3,3 milhões de barris por dia no próximo ano. Isso corresponderia ao recorde de demanda. A agência aponta que este aumento se daria pela retomada das atividades paralisadas na pandemia.
EUA suspenderão restrições de viagens do sul da África
Os Estados Unidos suspenderão restrições de viagens a países do sul da África a partir do dia 31 de dezembro. A medida foi posta em prática no mês passado por conta da variante Ômicron, mas foi repensada após a predominância de casos da nova cepa no país.
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