Polícia Civil de SP faz operação em “Casa Abandonada” no bairro de Higienópolis
Autoridades averiguam crime de abandono de incapaz contra a proprietária, Margarida Bonetti, que estava na residência
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Polícia Civil cumpre mandado de busca e apreensão, nesta quarta-feira (20), em "Casa Abandonada", no Higienópolis, em São Paulo • Isaac Fontana/CJPress/Estadão Conteúdo (20.jul.2022)
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No imóvel vive Margarida Bonetti, conhecida como "A Mulher da Casa Abandonada", no bairro de Higienópolis, em São Paulo • Isaac Fontana/CJPress/Estadão Conteúdo (20.jul.2022)
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Dezenas de pessoas se aglomeraram em frente à casa para acompanhar a operação • Isaac Fontana/CJPress/Estadão Conteúdo (20.jul.2022)
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Policiais isolaram trecho para impedir a aproximação de pessoas que assistiam à operação • Willian Moreira/Futura Press/Estadão Conteúdo (20.jul.2022)
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Agentes quebraram janela para adentrar ao local, diante da resistência da proprietária • Willian Moreira/Futura Press/Estadão Conteúdo (20.jul.2022)
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Desde que a história ficou conhecida, por conta do podcast do jornal "Folha de São Paulo", "A Mulher da Casa Abandonada", pessoas vão até a fachada do imóvel • Isaac Fontana/CJPress/Estadão Conteúdo (20.jul.2022)
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Agentes de saúde e Vigilância Sanitária acompanharam a ação da polícia, que investigada se Margarida foi vítima de abandono de incapaz • Isaac Fontana/CJPress/Estadão Conteúdo (20.jul.2022)
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Membros da operação transitam na parte interna do terreno da Casa Abandonada • Isaac Fontana/CJPress/Estadão Conteúdo (20.jul.2022)
A Polícia Civil de São Paulo cumpriu um mandado de busca e apreensão para averiguação de crime de abandono de incapaz na “Casa Abandonada”, no Higienópolis, nesta quarta-feira (20).
A proprietária do imóvel, Margarida Bonetti — que ficou conhecida através do podcast “A Mulher da Casa Abandonada”, produzido pelo jornalista Chico Felitti para a Folha de São Paulo —, estava no local.
A série de reportagens em áudio narra um processo que investigou Margarida e o seu marido, Renê Bonetti, por manter uma empregada em condições análogas à escravidão, nos Estados Unidos. Renê foi julgado e cumpriu pena no país. Margarida voltou ao Brasil antes do julgamento e vive na referida casa há mais de duas décadas.
Segundo a delegada Ivalda Aleixo, policiais do Grupo Especial de Reaãao (GER) foram enviados para dar segurança ao local e à própria dona da casa durante a operação desta quarta. “Muita gente no local”, relatou.