Helicóptero desaparecido: “Os quatro estão vivos”, acredita familiar de passageiras
Aeronave saiu do aeroporto Campo de Marte no domingo (31) e ainda não foi encontrada
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Família de Luciana Marley Rodzewics Santos e de Letícia Ayumi Rodzewics Sakumoto, passageiras do helicóptero desaparecido em SP • Reprodução/Arquivo pessoal
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Luciana Santos e a filha, Letícia Ayumi, estão desaparecidas após helicóptero com destino a Ilhabela perder contato • Reprodução/Arquivo pessoal
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Silvia Santos, irmã de Luciana Rodzewics, de 46 anos, e tia de Letícia Rodzewics, de 20, passageiras do helicóptero desaparecido no litoral norte de São Paulo, acredita que todos os passageiros e piloto estão vivos. “Os quatro estão com vida, só estão esperando a gente chegar lá, os mateiros, a polícia, seja quem for”.
A declaração aconteceu nesta terça-feira (9), dia que completa nove dias de buscas, em uma conversa com a imprensa no aeroporto Campo de Marte, local onde a aeronave decolou no dia 31 de dezembro.
A família de Luciana e Leticia se reuniram no aeroporto com a advogada do piloto Cassiano Tete Teodoro, de 44 anos. Na reunião, eles decidiram descer para a mata para auxiliar nas buscas. A família do piloto já está acampando no litoral e contratando mateiros.
Silvia e a advogada de Tete Teodoro vão viajar, no final da manhã desta terça (9), para a região das buscas pelo helicóptero.
“Única coisa que a gente precisa é nos unir e um ajudar o outro, todos nós só temos o mesmo objetivo”, afirma Silvia.
“Nós vamos para lá (litoral norte) para isso, para ver pessoalmente o que ta sendo feito. A família tá destruída. É angustiante e dolorido”, relata a familiar. Apesar da angústia da espera por notícias do paradeiro do helicóptero, a família mantém a esperança de reencontrar mãe e filha.
Família questiona decisão do piloto
No dia do voo, Leticia Rodzewics enviou mensagem ao namorado relatando que o helicóptero havia feito um pouso de emergência e que havia muita neblina naquele momento.
Ela disse estar com medo e acrescentou que a aeronave tentaria retornar. A jovem não soube precisar o local onde o grupo estava.
Em entrevista à CNN no domingo (7), os familiares das passageiras Luciana e Leticia questionaram a decisão do piloto de ter retomado voo após pouso de emergência.
Neusa Rodzewics, mãe a vó das desaparecidas, conta que a neta enviou um vídeo para o namorado quando fez o pouso de emergência e ele teria insistido para ela não retornar.
“Por que o piloto não ficou lá e não pediu ajuda? Por que ele tinha que sair dali? Por que ele quis voar se não tinha combustível? Ele tinha que ter ficado lá e ter esperado socorro, já teria resolvido tudo isso”, desabafa Neusa.
Buscas pela aeronave
Nesta terça (9), completam nove dias de buscas pelo helicóptero que desapareceu em São Paulo. A aeronave deixou o aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo, na tarde do dia 31 e tinha como destino a cidade de Ilhabela, no litoral norte. Com mau tempo na região, o piloto relatou dificuldade para concluir o voo e chegou a fazer um pouso de emergência antes de sumir do radar.
A Polícia Civil utiliza dados da localização dos celulares das quatro pessoas que estavam a bordo da aeronave para tentar localizar pistas que solucionem o mistério. Segundo a polícia, a última localização de aparelho de um dos desaparecidos foi registrado na região de Paraibuna, interior de São Paulo.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo informa que, após autorização judicial, agentes da Unidade de Inteligência do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) tiveram acesso à localização de antenas (ERBs) dos celulares do piloto e dos passageiros. O objetivo é tentar localizar a aeronave e os ocupantes dela.
Também participam da operação de resgate equipes da Polícia Militar e da Força Aérea Brasileira (FAB).