Caso Tio Paulo: Justiça do Rio marca julgamento de sobrinha para setembro
Érika de Souza Vieira, de 42 anos, levou seu tio morto ao banco para realizar o saque de um empréstimo bancário em abril deste ano
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Mulher leva morto em cadeira de rodas ao banco e tenta sacar empréstimo de R$ 17 mil no RJ • Reprodução
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Mulher ficou com o idoso morto em uma cafeteria de shopping do Rio antes de levá-lo a uma agência bancária • Reprodução
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Imagem mostra mulher passeando com "tio Paulo" antes de ir ao banco pedir empréstimo
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Idoso foi retirado de carro de aplicativo com cadeira de rodas • Reprodução
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Mulher leva "tio Paulo" para o elevador depois de chegar de carro de aplicativo
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Suspeita por levar idoso morto pra sacar empréstimo em banco foi presa nesta terça (16) • Reprodução/CNN Brasil
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Delegado Fábio Souza, titular da 34º DP (Bangu), que investiga o caso • Reprodução/CNN
O julgamento e a audiência de instrução de Érika de Souza Vieira, de 42 anos, sobrinha do “Tio Paulo”, foi marcado pela Justiça do Rio de Janeiro para iniciar no dia 19 de setembro. Ainda, o documento mantém a decisão que “revogou a prisão preventiva da acusada.”
O caso aconteceu em 16 de abril, quando Érika foi detida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro depois de levar o seu tio, identificado como Paulo Roberto Braga, de 68 anos, que estava morto, para fazer o saque de R$ 17 mil relacionado a um empréstimo bancário.
Na época, os vídeos do momento viralizaram nas redes sociais. A sobrinha de Paulo aparecia nas imagens o carregando em uma cadeira de rodas, tentando fazer ele assinar um documento para concretizar o saque.
À CNN, o delegado da 34º DP, Fábio Luiz da Silva Souza, responsável pelo caso, disse na época que Érika teria tentado realizar outros empréstimos com o nome de seu tio, além de tentar comprar um celular.
“Ela passou em duas instituições financeiras para tentar empréstimo. Em uma, a atendente não teria realizado o empréstimo por ver a condição do senhor Paulo. Ela [Érika] também teria tentado comprar um telefone celular. Essa ainda vamos apurar para ver com a loja e ver qual era a situação dele nesse momento”, afirmou o delegado.
A sobrinha do idoso se tornou ré por tentativa de estelionato e vilipêndio de cadáver. Ela havia sido denunciada por estes crimes pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Érika deixou o Instituto Penal Djanira Dolores de Oliveira, de Bangu, no Rio de Janeiro, na tarde de 2 de maio.
*Sob supervisão de André Rigue