Animais silvestres ficam feridos devido às queimadas; veja imagens
No Acre, mais de 400 animais foram resgatados entre junho e setembro; a região Norte registrou 23.715 focos de incêndios no mês
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Animais são afetados pelos incêndios florestais em todo o Brasil • Divulgação
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Animais são afetados pelos incêndios florestais em todo o Brasil. • Corpo de Bombeiros do Acre
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Animais são afetados pelos incêndios florestais em todo o Brasil • Corpo de Bombeiros do Acre
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Animais são afetados pelos incêndios florestais em todo o Brasil. • Corpo de Bombeiros do Acre
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Filhote de macaco-prego "Fênix" foi resgatado em meio as cinzas das queimadas do Pantanal • Divulgação
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Tamanduá resgatado no Cerrado recebe tratamento com pele de tilápia • Divulgação/CRAS
O Brasil enfrenta um dos mais longos períodos de seca da história, com a fumaça das queimadas cobrindo boa parte do país. Entretanto, não só a flora e a qualidade do ar que são afetadas.
Os animais que vivem nas regiões também são afetados pelo fogo. Nas últimas semanas, bombeiros, agentes veterinários e servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) têm resgatado diversas espécies, como antas, onças e tamanduás.
Segundo um levantamento do Corpo de Bombeiros do Acre, entre junho e setembro deste ano, um total de 417 ocorrências como o resgate de animais foram atendidas.
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais também mostram que a região Norte registrou 23.715 focos de incêndios em setembro, considerando os dados publicados até a última sexta-feira (13), liderando o ranking nacional. O Centro-Oeste vem logo atrás, na segunda posição, com 18.015 focos.
O Sudeste tem 5.398 focos nos primeiros dias do mês e ocupa o terceiro lugar, seguido pelo nordeste, com 5.012. Já na região Sul há menos de mil focos de incêndios.
O animal foi resgatado e recebeu os cuidados necessários no Hospital Veterinário do Zoológico de Brasília, e está residindo no Zoo sob observação de profissionais da unidade enquanto se recupera. (Veja imagens na galeria)
No Pantanal, duas onças-pintadas, resgatadas com queimaduras devido aos incêndios que ocorrem na região, seguem sob tratamento especial no CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) e no Hospital Veterinário Ayty, na capital Campo Grande, feito com pomadas específicas e ozônio.
Uma das onças, recebeu o nome de Miranda, em homenagem ao município onde ela foi encontrada, após ser avistada por trabalhadores de uma fazenda, que viram o animal mancando.
Já a outra, Antã, foi resgatada na região do Passo da Lontra.
Os dois se recuperam bem e, segundo a Secretaria de Comunicação do estado, apresentaram melhoria nos ferimentos das patas. O ozônio, que está sendo usado, contribui para uma regeneração mais rápida da pele.