Veja fotos e vídeos que marcam um ano de guerra na Ucrânia
Confronto entre os dois países já deixou mais de 7 mil civis mortos, além de marcas de tristeza e destruição em diversas cidades
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Bandeira ucraniana acenada em meio à destruição provocada pela guerra • Metin Aktas/Anadolu Agency via Getty Images
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Explosão é vista na capital ucraniana de Kiev na quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022. • Gabinete do Presidente da Ucrânia
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Tanques russos em Mariupol, na Ucrânia • Foto: Carlos Barria/Reuters
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Protesto em Berlim na Alemanha em apoio aos ucranianos e pedindo o fim da operação militar russa no país, em 24 de fevereiro de 2022 • Abdulhamid Hosbas/Anadolu Agency via Getty Images
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Áreas residenciais danificadas após Rússia lançar ataque maciço na capital ucraniana, Kiev • 25/02/2022 REUTERS/Umit Bektas
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Membros das forças ucranianas inspecionam motoristas de carros procurando algo suspeito. As forças de segurança ucranianas aumentam as medidas em meio a ataques russos em Kiev, Ucrânia, em 28 de fevereiro de 2022. • Anadolu Agency via Getty Images
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Conversas entre Ucrânia e Rússia em Belarus • Alexander Kryazhev/POOL/TASS via
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Refugiados acampam perto da fronteira entre a Ucrânia e a Polônia • Foto: Beata Zawrzel/NurPhoto via Getty Images
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Assentamentos civis destruídos após ataques da Rússia em Kharkiv, no dia 3 de março de 2022 • tate Emergency Service of Ukraine/Anadolu Agency via Getty Images
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Voluntários preparam ajuda humanitária para refugiados em Lviv, Ucrânia • 06/03/2022REUTERS/Pavlo Palamarchuk
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Bombeiros retiram feridos de prédio atingido por artilharia russa no subúrbio de Kiev, capital da Ucrânia • Cortesia do Serviço de Emergências da Ucrânia/Anadolu via Getty Images
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Carrinhos de bebês vazios simbolizando crianças mortas na Ucrânia, devido a ataques russos à Ucrânia • Anadolu Agency via Getty Images
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Civis tentam deixar Mariupol, uma das cidades mais atingidas pela Rússia na Ucrânia • Foto: Anadolu Agency via Getty Images
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Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, visita Bucha após a divulgação de imagens que mostram corpos nas ruas da cidade • Metin Aktas/Anadolu Agency via Getty Images
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Soldado ucraniano observa destroços nos arredores de Kiev • 03/04/2022REUTERS/Gleb Garanich
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Ao lado do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, o então primeiro-ministro britânico Boris Johnson visitou a capital da Ucrânia, Kiev, no sábado, 9 de abril de 2022 • Ukrainian Presidency/Anadolu Agency via Getty Images
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Míssil russo destrói estrutura de governo em Mykolaiv, na Ucrânia • Matteo Placucci/NurPhoto via Getty Images
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Soldados ucranianos na linha de frente no Donbass, leste da Ucrânia • Diego Herrera Carcedo/Anadolu Agency via Getty Images
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Soldados ucranianos na linha de frente no Donbass, leste da Ucrânia. • Diego Herrera Carcedo/Anadolu Agency via Getty Images
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Morador passa por edifícios destruídos em Mariupol, no sul da Ucrânia • Reuters
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Sepulturas de civis mortos na invasão da Ucrânia pela Rússia na cidade ucraniana de Mariupol • 19/04/2022 REUTERS/Alexander Ermochenko
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Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, e o premiê britânico, Rishi Sunak, em Londres • 08/02/2023REUTERS/Toby Melville
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Soldado ucraniano caminha em frente a prédio em chamas na cidade de Bakhmut, na linha de frente da guerra • 13/02/2023 Forças Armadas da Ucrânia/Divulgação via REUTERS
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Zelenskiy, Von der Leyen e Michel posam para foto durante encontro em Kiev • 03/02/2023Serviço de Imprensa da Presidência da Ucrânia/Divulgação via REUTERS
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Escombros de prédio residencial atingido por ataque russo em Chasiv Yar, na região ucraniana de Donetsk • 28/01/2023 REUTERS/Oleksandr Ratushniak
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Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, canta hino nacional do país durante visita a Kherson • 14/11/2022 Serviço de Imprensa da Presidência da Ucrânia/Duvulgação via REUTERS
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Papa Francisco com bandeira da Ucrânia • 16/11/2022 Divulgação
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O presidente russo Vladimir Putin se reúne com chefes nomeados por Moscou de quatro regiões ucranianas, parcialmente ocupadas pela Rússia, no Grande Palácio do Kremlin em 30 de setembro de 2022, em Moscou, Rússia. Líderes separatistas das regiões anexadas de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporizhzhya chegaram a Moscou para assinar tratados para iniciar o processo de absorção de partes da Ucrânia na Rússia • Colaborador/Getty Images
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Parlamentares europeus e representantes ucranianos desfraldam bandeira ucraniana de 30 metros fora do Parlamento da UE, antes de decisão sobre candidatura • 23/06/2022REUTERS/Yves Herman
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Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, durante visita à região de Kharkiv • 29/05/2022 Serviço de Imprensa da Presidência Ucraniana/Divulgação via REUTERS
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Equipes removem escombros de prédio de teatro em Mariupol, na Ucrânia • 25/04/2022 REUTERS/Alexander Ermochenko
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Banda Kalush Orchestra é celebrada em retorno à Ucrânia após vencer Eurovision • 16/05/2022REUTERS/Pavlo Palamarchuk
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Torcedores com bandeiras da Ucrânia durante amistoso entre a seleção do país e a equipe alemã Borussia Moenchengladbach, na Alemanha • 11/05/2022 REUTERS/Thilo Schmuelgen
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Há exatamente um ano, na madrugada do dia 24 de fevereiro de 2022, a Rússia, comandada pelo presidente Vladimir Putin, atacou a Ucrânia com bombardeios em diversas regiões do país do Leste Europeu.
Pouco depois de Putin autorizar uma operação militar em regiões separatistas na Ucrânia, explosões e sirenes foram ouvidas em várias cidades, dando início ao conflito que dura até hoje e que, até o momento, não tem vislumbre de ser encerrado diplomaticamente.
365 dias depois, o confronto entre os dois países já deixou mais de 7 mil civis mortos e mais de 11 mil feridos, além de marcas de tristeza e destruição em diversas cidades.
Apesar do conflito ter começado em 24 de fevereiro, com o início da operação militar do exército russo, o confronto entre as duas nações já estava desenhado muito antes disso.
O risco da guerra sempre foi além de uma simples ameaça verbal proferida por Vladimir Putin.
Em janeiro, fotos de satélite mostraram uma extensa concentração de tropas russas na fronteira com a Ucrânia. Na mesma época, diversos países já demonstravam apoio aos ucranianos.
No final das contas, era o começo de algo que já estava anunciado, e que seria inevitável.
Na madrugada de 24 de fevereiro de 2022, o presidente russo Vladimir Putin autorizou a operação militar na Ucrânia. Todas as tropas que estavam localizadas na fronteira poderiam começar a entrar em território ucraniano.
Durante a noite, diversas explosões começaram a ser ouvidas em várias cidades, incluindo na capital, Kiev.
Entre os conflitos diplomáticos, ameaças de parte a parte e uma extensa negociação, a população ucraniana é a que mais vem sofrendo com a guerra.
Em março de 2022, um ataque a míssil nos arredores de Kiev matou uma família ucraniana que estava em rota de fuga do país.
Imagens mostraram o exato momento do ataque, que aconteceu na cidade de Irpin.
No final da setembro do ano passado, o presidente russo Vladimir Putin realizou uma cerimônia, assinando a anexação de quatro regiões do território ucraniano à Rússia. O movimento intensificou a guerra, que já durava sete meses.
Um dos episódios mais impactantes do conflito na Ucrânia aconteceu na cidade de Zaporizhia, com um ataque maciço da Rússia que atingiu a usina nuclear da cidade.
Apesar dos rumores iniciais, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, na sigla traduzida para o português) divulgou que não foi registrado aumento de radioatividade no local onde a usina está instalada.
A ofensiva do exército russo contra a usina foi duramente criticada por governos e autoridades internacionais. Em novembro de 2022, a Organização das Nações Unidas (ONU) emitiu um alerta a respeito do bombardeio na usina nuclear.
Nos primeiros meses de guerra, o avanço das tropas russas em diversas frentes do território ucraniano deixaram um grande rastro de destruição em diversas cidades ocupadas.
Volnovahka, Chernihiv, Kherkiv e Naroulia foram alguns dos locais fotografados que estavam sob ocupação da Rússia. Nessas cidades, a violência dos bombardeios fica notória.
Na tentativa de conter os invasores russos, o exército ucraniano seguiu lutando intensamente em busca de manter, e até recuperar parte de seu território.
A CNN, ao longo da cobertura do conflito, esteve na linha de frente da batalha em Bakhmut, palco que teve grandes e intensos combates no final do ano passado, e mostrou os esforços dos soldados ao longo da guerra.
Um dos mais novos capítulos da guerra na Ucrânia aconteceu em janeiro deste ano, quando o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou o envio de 31 tanques para a Ucrânia.
Biden disse que o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, recomendou essa medida, pois fortalecerá a capacidade da Ucrânia de “defender seu território e atingir seus objetivos estratégicos”.
No mesmo dia, o porta-voz do governo alemão, Steffen Hebestreit, anunciou que a Alemanha também decidiu enviar tanques para os ucranianos.
Milhões de pessoas tiveram suas vidas alteradas drasticamente por conta da guerra. Pessoas que perderam amigos, parentes, famílias, e que tiveram que fugir de suas casas.
A guerra causou a maior crise de refugiados da história. Quem conseguiu fugir, tem a missão de tentar se reerguer longe de casa.