Quais os possíveis impactos dos planos de adesão de Suécia e Finlândia à Otan
Neste episódio do E Tem Mais, Evandro Cini apresenta um balanço das reações ao pedido de entrada dos dois países na aliança em meio à guerra na Ucrânia
Finlândia e Suécia formalizaram nesta semana os seus pedidos de adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Conhecidos historicamente por uma posição militar neutra, os dois países nórdicos decidiram se juntar ao bloco quase três meses depois do início da invasão da Ucrânia pela Rússia. A aproximação entre o governo ucraniano e a Otan foi um dos motivos que influenciaram a operação militar russa no país vizinho.
Diante do anúncio de Finlândia e Suécia, a Rússia reagiu com declarações em que classificou a decisão dos dois países como um “erro com consequências abrangentes“. A entrada das duas nações na organização depende da aprovação dos atuais membros da aliança militar, mas enfrenta resistência – a Turquia chegou a declarar que votará contra as novas adesões.
Neste episódio do E Tem Mais, Evandro Cini apresenta um balanço das reações aos planos de expansão da Otan. Para descrever os possíveis impactos do crescimento da aliança e como a entrada de Finlândia e Suécia na entidade afeta o quadro geopolítico internacional, participam deste episódio o pesquisador Carlos Gustavo Poggio, professor de relações internacionais da Faap, e o cientista político Mauricio Santoro, da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
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(* Publicada por Diego Toledo)