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    ONU diz ter relatos confiáveis ​​de uso de bomba de fragmentação da Rússia na Ucrânia

    Bombas de fragmentação explodem no ar, dispersando dezenas ou até centenas de "bombas" menores em uma ampla área

    Emma Fargeda Reuters

    O escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou, nesta sexta-feira (11), que recebeu “relatos confiáveis” de vários casos de forças russas usando munições de fragmentação em áreas povoadas da Ucrânia. A entidade afirmou que o uso indiscriminado de tais artefatos pode constituir crimes de guerra.

    A agência da ONU tem dezenas de monitores no país e espera-se que mais cheguem assim que uma comissão estabelecida pelo Conselho de Direitos Humanos com sede em Genebra para investigar possíveis crimes de guerra estiver operacional.

    Ainda foi confirmado pelo menos 549 mortes de civis na Ucrânia desde que a invasão russa que começou em 24 de fevereiro, embora diga que o número real é provavelmente maior.

    “Devido aos seus efeitos amplos, o uso de munições de fragmentação em áreas povoadas é incompatível com os princípios do Direito Internacional Humanitário que regem a condução das hostilidades”, disse a porta-voz Liz Throssell.

    “Lembramos as autoridades russas que direcionar ataques contra civis e bens civis, bem como o chamado bombardeio de área em cidades e vilarejos e outras formas de ataques indiscriminados, são proibidos pelo direito internacional e podem constituir crimes de guerra.”

    As bombas de fragmentação explodem no ar, dispersando dezenas ou até centenas de “bombas” menores em uma ampla área. A Rússia não faz parte de uma convenção de 2008 que proíbe munições de fragmentação, embora esteja vinculada ao Direito Internacional Humanitário, particularmente à proibição de ataques indiscriminados.

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