Mais de 250 mísseis foram lançados pelas forças russas, diz autoridade americana
Combates mais intensos na Ucrânia acontecem na região de Kharkiv, no Leste do país, segundo um oficial
- 1 de 10
Evacuação de prédio em Kiev que teria sido atingido por um míssil no sábado (26), de acordo com prefeito da cidade • Divulgação/Ministério do Interior da Ucrânia
- 2 de 10
Evacuação de prédio em Kiev que teria sido atingido por um míssil no sábado (26), de acordo com prefeito da cidade • Divulgação/Ministério do Interior da Ucrânia
- 3 de 10
Evacuação de prédio em Kiev que teria sido atingido por um míssil no sábado (26), de acordo com prefeito da cidade • Divulgação/Ministério do Interior da Ucrânia
-
- 4 de 10
Prédio em Kiev teria sido atingido por um míssil no sábado (26), de acordo com prefeito da cidade • Divulgação/Facebook prefeito de Kiev
- 5 de 10
Prédio de apartamentos danificado por um recente bombardeio em Kiev, na Ucrânia, em 26 de fevereiro de 2022. REUTERS/Gleb Garanichista • REUTERS
- 6 de 10
Uma visão do edifício danificado em Kiev, que foi atingido por um recente bombardeio durante a intervenção militar da Rússia na Ucrânia, em 26 de fevereiro de 2022. • Anadolu Agency via Getty Images
-
- 7 de 10
Bombeiros trabalham em um prédio residencial atingido por um ataque de míssil pela manhã em Kiev, enquanto a intervenção militar da Rússia na Ucrânia continua em 26 de fevereiro de 2022. • Anadolu Agency via Getty Images
- 8 de 10
Um edifício residencial é danificado por um ataque de míssil pela manhã em Kiev, enquanto a intervenção militar da Rússia na Ucrânia continua em 26 de fevereiro de 2022. • Anadolu Agency via Getty Images
- 9 de 10
Bombeiros trabalham em um prédio residencial atingido por um ataque de míssil pela manhã em Kiev, enquanto a intervenção militar da Rússia na Ucrânia continua em 26 de fevereiro de 2022. • Anadolu Agency via Getty Images
-
- 10 de 10
Um edifício residencial é danificado por um ataque de míssil pela manhã em Kiev, enquanto a intervenção militar da Rússia na Ucrânia continua em 26 de fevereiro de 2022. • Anadolu Agency via Getty Images
Os ataques da Rússia à Ucrânia avançam neste sábado (26) – acompanhe a repercussão ao vivo na CNN.
Um oficial da Defesa dos Estados Unidos apontou que foram lançados mais de 250 mísseis pelas forças russas na Ucrânia durante a manhã, no horário da costa Leste dos EUA. A maioria dos lançamentos “continua a ser do tipo de mísseis balísticos de curto alcance”, disse a autoridade.
A “infraestrutura civil e áreas residenciais” continua a ser atingida com os ataques de mísseis, disse o oficial.
“Não podemos dizer se esses locais foram alvejados intencionalmente, mas não há dúvida em nossa mente de que a infraestrutura civil e as áreas residenciais estão sendo atingidas por esses bombardeios”, disse.
Na manhã deste sábado, segundo o oficial, os EUA “não têm nenhuma indicação” de que os militares russos “assumiram o controle de quaisquer cidades”.
Houve quedas de energia “intermitentes” na Ucrânia, mas a internet ainda está “geralmente disponível”, acrescentou o oficial.
Combates intensos em Kharkiv
Os combates mais intensos na Ucrânia acontecem “dentro e ao redor de Kharkiv”, disse uma autoridade da Defesa dos Estados Unidos neste sábado.
O oficial afirmou que os EUA também viram “forte resistência no avanço do Norte em direção a Kiev”. “Mas a luta mais intensa que ainda avaliamos é dentro e ao redor de Kharkiv”, acrescentou o oficial.
As forças russas estão enfrentando “menos resistência no Sul”, acrescentou o oficial.
Tropas russas destroem barragem
Tropas russas destruíram uma barragem de concreto construída na região de Kherson, na Ucrânia, em 2014 para drenar a água para a Crimeia. As informações são da agência de notícias RIA, citando o governador Sergei Aksyonov, da Crimeia, anexada à Rússia.
A Ucrânia cortou o abastecimento de água doce para a Crimeia ao represar um canal que abastecia 85% da necessidade da península antes de Moscou anexar a Crimeia em 2014.
O canal da era soviética foi construído para canalizar a água do rio Dnieper para áreas áridas da região de Kherson, na Ucrânia, e da Crimeia.
*(Com informações de Maxim Rodionov e Andrew Osborn, da Reuters)