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    Jornalista do Wall Street Journal detido violou leis russas, diz Kremlin

    Repórter norte-americano Evan Gershkovich foi acusado formalmente de espionagem por investigadores da Rússia

    Anna Chernovada CNN

    O jornalista norte-americano detido Evan Gershkovich violou a lei russa, afirmou o Kremlin nesta terça-feira (11), em resposta ao Departamento de Estado dos EUA tê-lo designado como detido injustamente.

    “Os Estados Unidos podem e devem proteger os direitos de seu cidadão, que foi pego em flagrante e violou as leis relevantes da Federação Russa. É disso que ele é suspeito. Isso é tudo que posso dizer”, disse o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, a jornalistas durante uma teleconferência regular.

    Investigadores russos acusaram formalmente Gershkovich de espionagem, informou a mídia estatal russa, acrescentando que ele negou as acusações.

    Um tribunal de Moscou ouvirá em 18 de abril um recurso interposto pelos advogados de Gershkovich contra sua prisão, disse a mídia estatal russa citando o tribunal. O correspondente está atualmente detido no notório centro de pré-detenção de Leftereovo até 29 de maio.

    O que os EUA estão dizendo: a CNN informou que o Departamento de Estado dos EUA designou oficialmente Gershkovich como detido injustamente pela Rússia.

    A designação reforça ainda mais as afirmações do governo dos Estados Unidos e do Wall Street Journal de que as acusações de espionagem contra o repórter são infundadas.

    Isso capacitará o governo do presidente Joe Biden a explorar caminhos como a troca de prisioneiros para tentar garantir a libertação de Gershkovich.

    Jennifer Hansler, da CNN, contribuiu para esta reportagem.

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