À CNN, Biden diz que Putin foi “absolutamente” enfraquecido pela rebelião do Grupo Wagner
Presidente norte-americano destacou que o líder russo está "claramente" perdendo a guerra na Ucrânia
O presidente Joe Biden afirmou à CNN nesta quarta-feira (28) que o presidente russo, Vladimir Putin, foi “absolutamente” enfraquecido pelo motim de curta duração no fim de semana.
Foi seu comentário mais definitivo até o momento sobre como a rebelião do chefe do Grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, afetou a estatura do líder russo.
Biden e sua equipe foram cautelosos ao comentar os eventos e em fornecer pretexto a Putin para reivindicar uma conspiração ocidental para derrubá-lo.
Em seus primeiros comentários públicos na segunda-feira (26), ele insistiu que o Ocidente não tinha nada a ver com a rebelião.
Mas nesta quarta-feira, Biden expandiu suas opiniões sobre a estatura diminuída de Putin. “É difícil dizer, mas ele está claramente perdendo a guerra”, disse Biden.
“Ele está perdendo a guerra. Ele se tornou um pária em todo o mundo. E não é apenas a Otan, não é apenas a União Europeia, é o Japão”, declarou Biden a repórteres na Casa Branca.
Questionado novamente se Putin está mais fraco hoje do que na semana passada, Biden destacou: “Eu sei que ele está.”
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Chefe da grupo militar privado Wagner, Yevgeny Prigozhin, deixando o quartel-general militar russo em Rostov-on-Don, no sudoeste da Rússia, após acordo para recuo das tropas. Imagem de 24/6/2023 • Reprodução/Reuters
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Após deixar Rostov, paradeiro de Yevgeny Prigozhin é desconhecido. Ele deve entrar no território de Belarus • 24/06/2023Imagem obtida de vídeo. Serviço de Imprensa da "Concord"/Divulgação via REUTERS
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Mercenários do grupo russo Wagner em processo para deixar Rostov-on-Don • 24/06/2023REUTERS/Stringer
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Nova imagem com combatentes do grupo mercenário em Rostov-on-Don. Antes de recuar, eles ameaçaram invadir Moscou • 24/06/2023REUTERS/Alexander Ermochenko
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Combatentes do grupo Wagner em Rostov-on-Don, após recuarem da ameaça de invadir Moscou • REUTERS/Stringer
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Combatentes do grupo Wagner em Rostov-on-Don • 24/06/2023REUTERS/Stringer
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Combatentes do grupo mercenário russo Wagner ganharam perdão do governo russo para encerrar rebelião • 25/06/2023REUTERS/Stringer
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O presidente russo, Vladimir Putin, classificou os mercenários de traidores, mas depois recuou no acordo ao oferecer perdão • Colaborador/Getty Images
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Moscou chegou a montar barricadas na espera do ataque dos mercenários do Wagner, o que não ocorreu • 24/06/2023 REUTERS/Stringer
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Antes de recuar, Yevgeny Prigozhin , chefe do Wagner, disse ter 25 mil soldados junto com ele • 08/04/2023REUTERS/Yulia Morozova