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    Tenista filipina fala sobre sensação de derrotar Iga Swiatek no Miami Open

    Alexandra Eala surpreendeu a número 2 do mundo

    Produção: Bhagya Ayyavooda Reuters

    Alexandra Eala ficou impressionada com Iga Swiatek em 2023, depois de conhecer a polonesa na Rafa Nadal Academy durante sua cerimônia de formatura, mas a wildcard filipina não deu trégua ao seu ídolo no Miami Open na última quarta-feira (26) em uma grande virada nas quartas de final.

    A jovem de 19 anos jogou a partida de sua vida para derrotar Swiatek, número dois do mundo, por 6-2 e 7-5, reagindo com incredulidade e quase soluçando na quadra depois de conquistar uma vaga em sua primeira semifinal da WTA.

    Eala havia sido reduzida a uma fã efusiva na presença da polonesa há dois anos, quando ela recebeu seu certificado na academia em Mallorca e disse que foi uma experiência surreal enfrentá-la do outro lado da rede.

    “Ela era uma palestrante convidada e uma celebridade”, disse Eala sobre a cerimônia de formatura.

    “Achei que tive muita sorte de tê-la em minha formatura. Acho que ela tinha acabado de ganhar um Grand Slam, Roland Garros, se não me falha a memória. Então ela fez toda a cerimônia com a turma, jogou o chapéu, e eu tive muita sorte porque estava ao lado dela. É super surreal pensar que as circunstâncias mudaram e que estou enfrentando-a na quadra”, continuou.

    Eala, que fez sua estreia no WTA Tour no evento classificatório de Miami em 2021, brilhou em seu retorno ao local este ano com vitórias sobre a ex-vencedora do Aberto da França, Jelena Ostapenko, e a atual campeã do Aberto da Austrália Madison Keys.

    Ela disse que estava confiante de que poderia adicionar Swiatek à sua lista de vítimas:

    “Desde o início, eu sabia que tinha o nível necessário para enfrentá-la. Ela é muito bem decorada. Ela conquistou muito e é alguém que eu admiro há algum tempo”, disse Eala.

    “Foi um prazer dividir a quadra com ela e poder competir com ela e acompanhar seu ritmo, é algo de que me orgulho muito”, acrescentou Eala, que agora se tornará a primeira filipina a ser classificada entre as 100 melhores do mundo.

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