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    Palmeiras rebate movimento de jogadores contra o uso de gramado sintético

    Atletas como Neymar, Gabigol e Lucas iniciaram campanha virtual que discute os riscos do piso sintético

    Da CNN

    O Palmeiras se pronunciou nesta terça-feira (18) após jogadores de diversos clubes da Série A iniciarem uma campanha contra a utilização de gramados sintéticos. O movimento foi encabeçado por nomes como Neymar, Gabigol e Lucas Moura.

    Em publicação nas redes sociais, esses atletas contestam a utilização do piso artificial, que é usado, por exemplo, no Allianz Parque, casa do Palmeiras.

    “O clube respeita a opinião dos atletas que manifestaram preferência por campos de grama natural e considera urgente o debate sobre a qualidade dos gramados do futebol brasileiro; este problema, contudo, não será solucionado com críticas rasas e sem base científica”, disse o Verdão em nota.

    Veja a nota do Palmeiras na íntegra

    Diante da publicação realizada conjuntamente por alguns jogadores contra a utilização de gramados artificiais no futebol brasileiro, a Sociedade Esportiva Palmeiras esclarece que:

    – O campo sintético do Allianz Parque é certificado pela Fifa, que realiza inspeções anuais desde a sua implementação, em 2020, a fim de aferir que o piso siga os mesmos parâmetros de um campo de grama natural em perfeito estado;

    – Não há qualquer comprovação científica de que o risco de lesão em campos artificiais seja maior do que em campos naturais. Pelo contrário: recente estudo publicado pela revista “The Lancet Discovery Science” aponta que a incidência de contusões em jogos de futebol disputados em gramados artificiais é inferior à de lesões em campos naturais;

    – Diferentes levantamentos realizados por veículos de imprensa mostram que o Palmeiras, ao longo dos últimos cinco anos, é o clube da Série A do Campeonato Brasileiro com menor número de lesões;

    – O clube respeita a opinião dos atletas que manifestaram preferência por campos de grama natural e considera urgente o debate sobre a qualidade dos gramados do futebol brasileiro; este problema, contudo, não será solucionado com críticas rasas e sem base científica.

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