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    Liga de futebol dos Estados Unidos “inova” e terá rebaixamento

    USL vai adotar o rebaixamento, algo inédito nos EUA

    Rohith Nairda Reuters

    Os clubes da United Soccer League (USL) votaram para implementar um sistema de promoção e rebaixamento, tornando-se a primeira liga esportiva profissional nos EUA a adotar o modelo tradicional, anunciou a USL nesta quarta-feira (19).

    A USL informou que a maioria dos proprietários dos clubes apoiou a mudança, e um sistema profissional em três divisões estará em vigor até a temporada 2027-28, quando será lançada uma nova primeira divisão (USL Division One).

    Embora ligas na Europa e ao redor do mundo adotem a promoção e o rebaixamento há décadas, o modelo nunca foi implementado nos EUA, devido ao receio de que as equipes perdessem receita caso terminassem na parte inferior da tabela e fossem rebaixadas para a divisão inferior.

    “Um novo capítulo no futebol americano começa. A decisão dos nossos proprietários de aprovar e seguir adiante com essa direção ousada é um testemunho do compromisso deles com o crescimento a longo prazo do futebol nos Estados Unidos”, disse o CEO da USL, Alec Papadakis.

    “Este é um marco significativo para a USL e destaca nossa visão compartilhada com os donos dos times de construir uma liga que não apenas forneça uma competição de alto nível, mas também seja um campeão do engajamento comunitário.”

    A Major League Soccer (MLS), a liga de primeira divisão, ainda é uma liga fechada com 30 times, 15 na Conferência Leste e 15 na Conferência Oeste, que permanecem nela independentemente do desempenho.

    A USL anunciou no mês passado planos para uma nova liga de Divisão Um, que também terá status de primeira divisão.

    A implementação de promoção e rebaixamento na USL também eliminará os jogos sem valor no final da temporada, onde cada partida poderá ser vital para a sobrevivência.

    “A promoção e o rebaixamento transformam o cenário competitivo do futebol americano”, disse Paul McDonough, presidente e diretor de futebol da USL.

    “Os fãs e stakeholders dos EUA foram claros – eles querem algo diferente. Eles são atraídos pela intensidade da competição de alto risco, onde mais jogos têm consequências reais – assim como vemos nas ligas europeias”, finalizou.

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