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    Fórmula 1 pode retornar com portões fechados, diz chefão da categoria

    Segundo os regulamentos da Federação Internacional De Automobilismo, para a temporada não ser cancelada é necessária a realização de ao menos oito etapas da F-1

    Adalberto Leister Filho, da CNN, em São Paulo

    Corrida da Fórmula 1 no Circuito Internacional de Xangai

    Corrida da Fórmula 1 no Circuito Internacional de Xangai, na China (14.abr.2019)
    Foto: Aly Song/Reuters

    Ainda paralisada, como quase todo o esporte, devido à pandemia do novo coronavírus, a Fórmula 1 estuda alternativas que viabilizem a temporada 2020. Uma das possibilidades é o retorno em algum GP na Europa sem a presença de torcedores.

    Essa é uma das ideias de Ross Brawn, diretor-esportivo da Fórmula 1, para que a temporada enfim possa ser iniciada.

    “Na nossa opinião, provavelmente um começo na Europa será favorável e pode até ser com portões fechados. Poderíamos ter um ambiente muito fechado, no qual as equipes viajassem em voos fretados, canalizando para o circuito, garantindo que todos sejam testados, liberados e que não haja riscos para ninguém”, afirmou o dirigente em entrevista para o site oficial da Fórmula 1.

    Segundo os regulamentos da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), para a temporada não ser cancelada é necessária a realização de ao menos oito corridas. Brawn estuda alternativas e acredita ser viável que o campeonato tenha 18 ou 19 corridas se for iniciado em julho, e tenha a possibilidade de avançar até o início de 2021. O prazo máximo para o dirigente é iniciar a F-1 em outubro, quando ainda seria possível completar um calendário de oito GPs.

    “Podemos ter corrida sem público. Isso não é o ideal, mas é melhor do que não ter nenhuma prova. Temos que lembrar que existem milhões de pessoas que seguem o automobilismo de casa [pela TV]. Muitos deles estão em isolamento. Se formos capazes de manter o esporte vivo e divertir as pessoas, seria um grande bônus nesta crise que enfrentamos. Mas não podemos colocar ninguém em risco”, ponderou o dirigente.

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