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    Adolescente chinesa gasta R$ 300 mil em jogos no celular e acaba com poupança da família

    Menina usou o cartão bancário para pagar os jogos dela e de vários colegas da escola, diz jornal

    Bruna Rioscolaboração para a CNN , São Paulo

    A notícia que nenhuma mãe gostaria de receber! Uma adolescente de 13 anos gastou US$ 64 mil (mais de R$ 300 mil, na cotação atual), em jogos pagos no celular com o dinheiro que a família economizou por anos.

    O caso aconteceu na China, que apesar de ter muitas restrições, tem um dos maiores mercados de games do mundo.

    A escola onde a menina estuda ligou para dar a notícia à mãe, Gong Yiwang, que ao olhar a conta bancária, descobriu que só haviam sete centavos.

    De acordo com o site “Insider”, a mãe da adolescente contou ao Elephant News, uma TV regional da China, que além dos gastos próprios, a filha também pagou os jogos para dez colegas da sala.

    “Nunca pensei que uma garota de 13 anos pudesse fazer isso. Estou atordoada. Parece que a minha cabeça vai explodir”, disse a mãe ao site.

    Aos prantos, a filha explicou que o cartão da mãe estava vinculado ao seu celular, mas não tinha ideia do valor que estava gastando.

    Esse é um problema recorrente que acontece com diversas famílias que têm crianças e adolescentes em casa, de acordo com a publicação. Sem supervisão, a criança realiza compras sem o consentimento dos pais.

    Pensando nisso, as principais lojas de aplicativos possuem recursos que só permitem a compra de conteúdos mediante a aprovação de um adulto.

    Assim, é possível restringir conteúdos que a criança acessa, limitar o tempo de uso no celular e o acesso aos serviços de compras.

    No caso da adolescente, ela tentou encobrir seus gastos, excluindo todos os registros de transações. Além disso, afirmou que foi importunada pelos colegas de classe e só por isso bancou as compras.

    “Se eu não pagasse, eles me incomodariam o dia todo. Se eu contasse ao professor, tinha medo que ele contasse aos meus pais e que eles ficassem zangados”, contou ao jornal.

    Segundo o “Insider”, a história da menina viralizou na plataforma Weibo, um aplicativo de rede social bem popular na China, que lembra o Twitter. Mais de 140 milhões de pessoas visualizaram o que aconteceu com a família Yiwang.

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