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    Fazenda nega pressão de consignado a trabalhadores na inflação

    Governo defende que medida amplia acesso ao crédito com juros mais baixos, sem comprometer equilíbrio econômico

    Cristiane NobertoGabriel Garciada CNN , Brasília

    O secretário de Reformas Econômicas, Marcos Pinto, afirmou nesta quarta-feira (12) que a ampliação do crédito consignado para trabalhadores do setor privado não representa risco de superaquecimento da economia.

    Segundo ele, o impacto será gradual, sem atingir uma grande massa de consumidores de imediato.

    “O produto [consignado privado] não vai atingir uma massa gigante do dia para a noite. Não precisamos ficar preocupados com isso”, disse em coletiva de imprensa, em meio às preocupações sobre o controle da inflação pelo Banco Central.

    Pinto argumentou que a cautela com o cenário conjuntural não deve impedir o avanço de reformas estruturais.

    “Não podemos atrasar reformas estruturais por questões conjunturais”, afirmou.

    Para ele, é fundamental manter o ritmo das mudanças econômicas de longo prazo, independentemente de flutuações temporárias na atividade.

    O governo defende que a medida amplia o acesso ao crédito com juros mais baixos, sem comprometer o equilíbrio econômico.

    A declaração ocorre em um momento em que o Banco Central (BC) mantém postura vigilante sobre o impacto de novas concessões de crédito na inflação.

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