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    Servidores do BC seguirão em greve, diz sindicato, após reunião com Campos Neto

    Segundo o Sinal, não houve avanço nas negociações com o presidente do Banco Central

    Banco Central do Brasil
    Banco Central do Brasil 29/10/2019 REUTERS/Adriano Machado

    Da CNN

    O presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), Fábio Faiad, afirmou, em nota, que os servidores da autarquia continuarão em greve por tempo indeterminado. Ontem, Faiad se reuniu com o presidente do BC, Roberto Campos Neto, mas não houve avanço nas negociações.

    Os trabalhadores “continuarão com a greve por tempo indeterminado”, disse Faiad. “Na reunião de hoje entre o sindicato e o sr Roberto Campos Neto, dia 3/6, às 18h30, não houve nenhum avanço. Nenhuma proposta de reajuste salarial foi feita”.

    A greve começou em 1º de abril, mas foi suspensa temporariamente entre 20 de abril e 2 de maio, antes da reunião do Copom.

    Os servidores pedem um aumento de 27%.

    Segundo integrantes do governo, Jair Bolsonaro decidiu não dar o reajuste linear de 5% para todos os servidores federais, como estava sendo negociado. O presidente cogita, em vez disso, um aumento no vale-alimentação.