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    Ataque de Israel mata ao menos três palestinos na Cisjordânia, diz ONG

    Bombardeios israelenses na região se intensificaram após acordo de cessar-fogo e libertação de reféns em Gaza

    Da Reuters

    Um ataque aéreo de Israel deixou pelo menos três palestinos mortos em Tubas, na Cisjordânia ocupada, nesta quarta-feira (29), segundo a Sociedade do Crescente Vermelho Palestino.

    A organização humanitária acrescentou que houve relatos de vários feridos.

    Os militares israelenses disseram que o ataque aéreo contra a Cisjordânia teve como alvo um grupo de palestinos armados, sem fornecer mais informações.

    Está acontecendo uma nova onda de violência por parte de Israel e das forças de segurança na Cisjordânia, após o acordo de cessar-fogo e libertação de reféns em Gaza.

    Entenda os conflitos envolvendo Israel

    No final de novembro, foi aprovado um cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah. Isso acontece após meses de bombardeios do Exército israelense no Líbano.

    A ofensiva causou destruição e obrigou mais de um milhão de pessoas a saírem de casa para fugir da guerra. Além disso, deixou dezenas de mortos no território libanês.

    Assim como o Hamas, o Hezbollah e a Jihad Islâmica são grupos financiados pelo Irã, e, portanto, inimigos de Israel.

    A expectativa é que o acordo sirva de base para uma cessação das hostilidades mais duradoura.

    Israel realiza intensos ataques aéreos na Faixa de Gaza desde 2023, após o Hamas ter invadido o país e matado 1.200 pessoas, segundo contagens israelenses. Além disso, o grupo mantém dezenas de reféns.

    O Hamas não reconhece Israel como um Estado e reivindica o território israelense para a Palestina.

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu diversas vezes destruir as capacidades militares do Hamas e recuperar as pessoas detidas em Gaza.

    Além da ofensiva aérea, o Exército de Israel faz incursões terrestres no território palestino. Isso fez com que grande parte da população de Gaza fosse deslocada.

    A ONU e diversas instituições humanitárias alertaram para uma situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza, com falta de alimentos, medicamentos e disseminação de doenças. Desde então, mais de 43 mil palestinos morreram em Gaza durante a ofensiva de Israel, que também destruiu praticamente todos os prédios no território palestino.

    Em uma terceira frente de conflito, Israel e Irã trocaram ataques, que apesar de terem elevado a tensão, não evoluíram para uma guerra total.

    Além disso, o Exército de Israel tem feito bombardeios em alvos de milícias aliadas ao Irã na Síria, no Iêmen e no Iraque.

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